Pages

03 julho 2013

O Parto

Depois de chegarmos ao hospital pela manhã (eu, minha mãe e o Rafa) eu entrei para uma consulta com um médico. Minha dilatação não havia se alterado quase nada desde o dia da consulta com o Dr Geraldo (4 dias antes), eu estava com 4cm pra 5cm. Minha bolsa havia se rompido em casa e eu estava vazando por ai.
Me mandaram para a sala de pré-parto sem meu noivo e minhas roupas, mas eu ainda tinha minha tranquilidade e um aventalzinho feio. E toda aquela agua que eu ia deixando de rastro por onde eu passava.
Quando cheguei na sala -levada por uma velinha muito fofa e até um pouco doida que usava touca de bolinhas rosas e roxas, diga-se se passagem- fui colocada na segunda cama. Na primeira havia uma menina, nova também, almoçando. Seu nome era Nubia e ela tinha 19 anos. Assim como eu, ela estava com 4-5cm de dilatação, porém ao contrário de mim, a bolsa não estava rompida e ela tinha muuuuitas contrações super ritmadas, mas não tão fortes (ainda).
Chegaram então várias enfermeiras que se apresentaram e colocaram na minha barriga uma faixa fina que dava a volta em mim, e debaixo dessa faixa puseram uma bolotas ligadas à um trambolhão na qual eu podia ouvir o coração do Cauã bater, e que além de imprimir suas batidas, imprimia e mostrava a força e ritmo das minhas contrações.

Essa sou eu com o aparelho que citei acima, o Rafa resolveu tirar umas fotinhos escondido!

Este é o aparelho. No lado esquerdo, as batidas do coração do Cauã. No direito, as minhas contrações.

O Rafa na sala de Pré-Parto comigo ! Eu ainda estava tranquila e tirando fotinhos ! (=

Minhas contrações eram atrapalhadas, fracas e fora de ritmo. O que não deveria, já que a minha bolsa já havia se estourado. Fiquei lá um tempo ouvindo o coração do meu bebê, até que uma enfermeira veio e me explicou que eu já estava em trabalho de parto, mas num trabalho assim meio errado. Normalmente, a bolsa se rompe quando o trabalho já está num nível avançado. No meu caso, ela rompeu e meu corpo não tinha contrações suficientes para empurrar o bebê para fora.
A bolsa serve para proteger o bebê de possíveis bactérias e infecções que possam vir a afeta-lo dentro de mim. Por esse motivo, quando ela se rompe o bebê tem que sair para permanecer seguro.
A enfermeira disse que o indicado seria eu tomar Ocitocina para as contrações começarem, pois esperar por elas era muito arriscado.
  Ocitocina é um hormonio que também é conhecido como Hormonio do Amor. Isso, porque é o responsável pela sensação de prazer e bem estar fisico e emocional entre o casal, além da sensação de segurança e fidelidade.
No parto, ela estreita o vinculo entre mãe e bebê e faz com que o útero contraia.
  Não é que eu não tenha ocitocina, mas meu trabalho de parto estava muito demorado, por isso era recomendado eu injetar ocitocina sintética no meu sangue, iniciando assim o verdadeiro trabalho de parto. Eu não queria tomar ocitocina, e não teria tomado se não fosse questão de arriscar o meu pequeno e ainda não nascido Cauã.
Eu passei 9 meses com medo de ter que tomar esse hormônio. Dizem as lendas e as sofridas mães que a ocitocina piora e muito cada contração. O que faz todo sentido, pois um trabalho de parto que demoraria cerca de 16 horas no minimo, diminui para cerca de 6.
Marcaram para mim tomar perto das 15h, junto com outros medicamentos e antibióticos. Mas ai surgiu um grande problema ! O hospital não tinha vagas para nós! Nem para mim, nem para Cauã, nem para Nubia e seu filho. As salas da maternidade estavam lotadas e se tivéssemos nossos bebes ali, poderiam acontecer partos fora da sala de parto, e talvez tivéssemos que ficar deitadas em macas depois, sem berços para os nossos bebes, nem visitas nem nada. Simplesmente em macas no meio do corredor.
Foi ai que o HU solicitou a mãe paulistana uma transferência para um hospital que tivesse vagas.
"NAAAAAAAAAO!!"
Como assim ??? Ir para um hospital que eu não conheço ?? Nem sei aonde é ! Vai que o médico é horrivel! Vai que tem um ladrão de bebes lá! Vai que não tem nem fraldas pro meu bebe e as enfermeiras são mal humoradas !! Comecei a imaginar o pior! Não quero ir para um hospital que pode ser horrível, longe e feio! Quero ficar na USP!
Cheguei a conversar sério com o Rafa e a dizer que preferia ficar na maca do que ir para outro hospital.
Uma enfermeira veio e me deu permissão para ir ao corredor para ver minha mãe que me esperava.

"Maaaaaaaae, não quero ir para outro hospital!"

Como sempre, minha mãe super me acalmou. Ela dizia que ia dar um jeito, nem que eu fosse para um hospital particular. Coisa que eu também não queria! Não é possível que me mandem embora do hospital!
Voltei pra sala e depois de um tempo -e muito nervosismo, uma enfermeira já havia dito que uma ambulância estava a caminho para me levar ao Hospital Regional Sul (???)- veio uma médica loira muito linda e carinhosa e disse olhando para mim:
- Você sabe que a ambulância já está à caminho, né? Então, eu liguei para eles e disse que você está com 8cm de dilatação e não tem condições de sair do hospital! Nós conseguimos vagas para vocês! Será liberado a noite só, mas tudo bem porque ainda vai demorar para você ganhar o bebê! -Ela se virou para a Núbia e disse - Você também ! Seu pedido de transferencia eu já rasguei! - e mostrou o pedido picotadissimo na mão !

Festinha na sala de pré-parto, ebaa !! Uhuul !! Cauã nós vamos ficar aquiii seguros de médicos loucos e roubadores de nenens ! Yey ! Todo mundo comemorando ! Todas as enfermeiras, eu, o Rafa, a Nubia, o namorado dela ! Todo mundo ! O Rafa fez até uma dancinha da felicidade.
A próxima etapa começou as 15h, com antibióticos, ocitocina e medo. Na verdade, começou mesmo as 15h20, quando as contrações realmente começaram.
O trambolhão que media a força das contrações - que antes marcava 10, 17, 20 - foi pra 40.
Às 16h estava em cerca de 60. Minhas contrações tomaram forma, ritmo e presença. Muita presença.
Eu esperneava como um bebê durante a troca, que fica esticando e puxando a perna e os braços, virando de um lado pro outro na cama, só que sem chorar e berrar -ainda. As contrações iam aumentando, as 17h já estavam em 70. Perguntei para a enfermeira até que numero chega a pior contração.
-Chega a 150 no momento da passagem do bebê na hora do parto, mas fica tranquila!
WHAAAAAAAAAAAAAAAAAAT ? E eu morrendo com metade ?? To ferrada!! -Era tudo que eu conseguia pensar. E só conseguia pensar mesmo, porque durante uma contração se eu abrisse a minha boca ia sair um grito, e não palavras.
Deu 18h e era hora da troca de turnos, e por isso o Rafa não podia ficar comigo na sala. Ele teve que sair, e 10 minutos depois começou a pior muito minhas dores. Eu comecei a implorar por uma cesariana -na minha mente, claro. Como eu disse, já não dava mais pra falar, ou ia sair muito alto e eu morria de medo de assustar as outras mulheres.
A Núbia já estava chorando de dor a essa hora, eu podia ouvir ela tentando respirar e soltando um choraminguinho entre uma expiração e outra. Eu, no entando, só conseguia choramingar, e respirar de vez em quando.
Até que veio uma contração do quinto inferno de marte e eu não aguentei e berrei "aiaiaiaiaiaiaaaaaaaaaai da doendooo", e foi ai que eu ouvi um
-QUEM GRITOOU ? - lá de longe, do corredor
-EEEEEEEEEEU
-A Ana ! - respondeu uma enfermeira entrando na sala, seguida de outras 3
-LEVA PRO CHUVEIRO ! - berrou a moça de longe
Elas começaram a me pegar e me carregar até o banheiro da sala onde fui posta em um banquinho bem estranho. Ligaram um chuveirinho pequeno bem forte e me disseram para ficar molhando o fim das costas e o fim da barriga, alternando entre um e outro, que isso aliviaria a dor.
E aliviou !

 Na verdade não tive coragem de tirar o chuveirinho da barriga, quando tentei morri em meio uma contração e voltei o mais rápido que pude, mas tudo bem.
Antes de ir para o chuveiro eu estava morrendo, quando entrei nele as contrações diminuiram e muito. Já estavam no 90 tenho certeza, mas eu senti elas voltando para o 60 e acredite, foi um alivio! Na verdade, minhas dores de antes do chuveiro eram tão fortes, que quando entrei nele elas quase sumiram, e eu respirei de novo e o mundo voltou a girar. Por meia hora, porque ai começou a girar demais.
Meia hora depois as contrações, com o chuveiro na barriga, estavam INCONTROLAVELMENTE TENSAS. Comecei a não aguentar e uma enfermeira foi me acalmar... não deu certo porque tudo que eu queria era levantar daquele banquinho tosco e socar muito a cara da coitada da enfermeira -que era um amor de pessoa, diga-se de passagem.
Foi quando ela chegou.
- ai ai ai ai aiaiaiaiIAIAIAI NÃO TO AGUENTANDO (*chorando*)
e foi ai que eu ouvi lá do corredor
- LEVA PRA SALA DE PARTO!!
e pensei:
- TAVAM ESPERANDO EU BERRAR PRA ME LEVAR ???????
Vieram as mesmas três enfermeiras, uma gordinha engraçadinha, a velinha da touca de bolinhas e a fofinha que eu queria bater toda vez que me chamava de flor (coitada), e desligaram o chuveiro, foi ai que quase morri com as próximas contrações! Pense comigo; se eu estava quase morrendo e quando fui para o chuveiro tive paz (no começo), quando começei a morrer de novo dentro do chuveiro, imagina como essas ultimas contrações ficaram FORA do chuveiro ! Pegou ?
Fomos correndo para a sala de parto. Se antes meu rastro era de água, agora eu parecia uma menina baleada sendo levada para o pronto-socorro. Mas era uma grávida, prestes a dar a luz.
Imagine a cena, eu correndo com a enfermeira, segurando meu roupão semi-aberto, morrendo de dor, sangrando por ai. Correndo nos corredores do hospital minutos antes de um parto. Agradavel ? Totalmente!

Cheguei na sala de parto -depois de uma maratona- e fui posta na mesa de cirurgia. Tudo me parecia real desde que eu tinha tomado ocitocina e começado a sentir as dores de verdade. Mas agora era real que estava prestes a nascer. Deu um medo, uma alegria, ansiedade e (acredite se quiser) muita pressa! Quando fui posta na mesa eu só me lembro das reclamações que eu fazia na minha cabeça. Eu estava tão nervosa que acho que só não tinha batido na enfermeira que me levou a pé, correndo, para a sala porque eu não saberia para onde ir e meu bebê nasceria no corredor. Deitada na cama eu só conseguia reclamar porque ninguém estava ali pronto para tirar meu bebê a qualquer segundo. Quando veio uma contração muito forte, era a primeira das ultimas quatro contrações muito tensas que senti antes do Cauã nascer. Foi o suficiente para aparecerem mais algumas pessoas da equipe de médicos e eu ficar mais calma. "Mais calma".
Veio a segunda contração, e eu pude sentir muito bem o Cauã ali, pronto para se auto-ejetar. Comecei a gritar meus aiaiaiaiaiais -tava pior que a Vanessa da Mata- e gritei que não aguentava mais, estava doendo muito ! Até um enfermeiro vir até mim e dizer "MOÇA, NÃO É JUSTO VOCÊ TA ASSUSTANDO AS OUTRAS MULHERES, PARA DE GRITAR, NINGUÉM FEZ ISSO COM VOCÊ"
Eu respondi um sincero "meeee descuuulpaa" em meio a muitas lagrimas e mais sacrifício para dizer isso do que aquele enfermeiro imagina.
Vi um médico se aproximando de mim, me posicionando e começando a fazer alguns procedimentos. Veio mais uma contração, a terceira, e eu aguentei da forma que pude. Pensei na Nubia me ouvindo berrar e ficando com mais medo do parto. Tentei respirar, tentei mesmo, mas fiquei só na tentativa.
Passaram-se poucos segundos depois da ultima, e veio mais uma contração. Nessa, o médico me levantou e abaixou minha cabeça, e interrompeu meus aiaiaiaiaiaiais com uma peridural. Foi assim que o mundo voltou a girar, eu voltei a respirar e pude voltar a ouvir meus próprios pensamentos de novo. Tive vontade de me levantar e dar um abraço em quem aplicou a anestesia em mim. Me deitaram de novo e eu me lembro de pensar bem assim neste momento: "PORQUE NÃO ME APLICARAM ISSO ANTES ?"
Olhei para a porta daquela sala e em meio aquela imensidão branca vi o Rafa entrando, de mascara, toquinha e avental azul. Ele deu a volta em mim e me deu um beijo, disse que me ama e eu nunca vou esquecer da cena dele me dizendo isso olhando pra mim de cima pra baixo, com aqueles apetrechos hospitalisticos e um fundo quase azul de tão branco. Ele se sentou ao meu lado e demos inicio ao parto ! O médico disse "Quando a contração estiver vindo, você segura aqui -me mostrando dois apoios em meio a cama que eu deveria puxar pra fazer força, fazer quase um abdominal- e faz força até acabar! Não para de fazer força, vai de uma vez" e assim veio a primeira contração! 'Levantei' as costas e passei aquele minuto de contração fazendo toda a força que podia. O minuto parecia não acabar mais, e eu lá fazendo força até ficar roxa. Podia sentir todos os médicos me olhando, um ar de expectativa e o Rafa dizendo "VAI AMORZINHO". A contração acabou e eu me joguei pra trás, mas lá estava ela de novo em menos de 10 segundos. "FAZ FORÇA!" o médico dizia. Lá vamos nós de novo, fiz tudo que eu podia, essa contração foi duradoura. Minha barriga mais dura do que nunca, eu mais roxa do que nunca, e imagino que Rafa nunca ficou tão nervoso também. Comecei a ouvir especulações médicas e apoio moral. "To vendo o cabelinho" e "não para que ele ta vindo" são frases que ouvi e que não vou esquecer! No final dessa segunda contração... tuf ! Senti um alivio vindo dos céus! Pude sentir perfeitamente... alguma coisa passar! "A CABEÇA SAIU", "PASSOU UMA PARTE"
Uma enfermeira ao meu lado me deu força para fazer a força necessária na próxima contração quando disse "Vai, a cabeça já passou só falta o resto!"
Menos de 5 segundos e veio a próxima -e ultima- contração. Depois de ouvir a enfermeira dizer que "só falta o resto" eu me lembro perfeitamente de pensar "SAI TUDO AGORA VAI ULTIMA FORÇA SAI TUDO SAI TUDO SAI TUDO"
NUNCA fiz tanta força em toda minha vida. Eu diria que a força veio da minha força de vontade de fazer o parto chegar ao fim o mais rápido possível. Queria meu bebe no meu colo, e não metade pra dentro e metade pra fora. Fiz uma força tão grande que se um dia eu pudesse canalizar ela em um soco, seria o suficiente para ganhar o cinturão do UFC.
Foi quando senti todo o meu corpo relaxar e me soltei para trás. Os médicos e enfermeiros se amontoaram na minha frente e eu senti minha barriga murchar. Levantei a cabeça para ver, e vi só o médico japonês que fez todo o parto passar meu bebê para o lado, vi apenas o pezinho do meu pequeno Cauã passando. Por enquanto o único choro na sala ainda era o meu e do Rafa.

Levaram ele até um cantinho para pesar e medir. Cauã nasceu com 3 quilos 660 gramas e 52cm de comprimento às -7h30. Eu e o Rafa assistíamos ele ser pesado com lagrimas nos olhos. Trouxeram-no até mim e o puseram na minha barriga. Era a coisa mais linda do mundo. Ele estava inchado e bochechudo, um pouquinho avermelhado. Não tinha tomado banho, mas já tinha a pele super macia. Quando a enfermeira me mostrou ele a primeira vez, ele estava mostrando a lingua ! Com a lingua pra fora, foi assim que esse malandrinho nasceu !

Ele veio para o nosso colo com essa touca fofinha! Essa foto foi tirada pós-parto, 
antes mesmo de ele ir para o banho!

A enfermeira o tirou do meu colo e pois nos braços do Rafa enquanto ele dizia "Não sei pegar um recém nascido!" e chorava ! Foi a coisa mais linda. Ficamos ali um tempo com ele, até que o Rafa teve que sair da sala. Pegaram o Cauã para dar uma vacina e a sala ficou vazia de médicos que me davam parabéns e tinham que sair correndo para outro parto, imagino eu.
No fim, sobramos eu e uma enfermeira, que me passou para uma maca e me pois uma faixa grossa na cintura até o peito. "Você já vai ver para que é isso, calma ai"
Ela me trouxe meu bebê e o pois dentro da faixa, deixando-o coladinho em mim. Já posicionou ele para mamar e ele já saiu mamando! Instinto não falta nesse menino!
Assim ficamos eu e bebê. Fomos levados para uma sala -onde pude ver minha mãe novamente- e eu fiquei um tempo lá sob observação. Depois fomos levados para o quarto -no caminho vi minha irmã linda- e assim que chegamos, o Cauã foi levado para tomar banho e para tomar uma vacina (minha mãe fotografou) e depois já o pusemos para dormir, e assim ele ficou a noite toda, sem me dar o menor trabalho em nossa primeira noite. Eu mal podia dormir, só queria assistir meu bebê sonhar. Parecia que quem estava sonhando era eu.


Foto do Cauã em sua primeira pesagem fora da sala de parto, e segundos 
antes de tomar uma vacina!


Depois do banho, ele voltou assim para mim! Super cheiroso, meu loirinho lindo!


Minha mãe, graças a um pedido médico, pode ficar comigo de acompanhante durante as noites.
Nem sei como agradecer por toda a ajuda que ela me deu. Linda ! Insubstituível !


CURTA O POST !




Já curtiu o blog ? Curta também !

2 comentários:

  1. Ana, tudo isso que você e o Rafa estão passando juntos só vai fortalecer o amor de vocês e criar laços para toda a vida. Parabéns e felicidades ao pequeno Cauã que é muito lindo, perfeito e saudável.Bjs
    Sula

    ResponderExcluir
  2. Ana:
    Seu post me fez recordar o nascimento da minha filha.
    Teve de tudo, aventura, suspense, comédia e um pouquinho de drama, rsrsrssr.
    Também tomei anestesia peridural, o que aliviou a tensão e as dores.
    Todavia, senti exatamente a passagem da minha filha, o que foi absolutamente MARAVILHOSO.
    Bom, mas isso você já experimentou e sabe, né.
    Desejo muita saúde para o Cauã e felicidades para você é o Rafa.
    Bjs.:
    Sil
    http://meusdevaneiosescritos.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir

Translate

Search This Blog

BTemplates.com